
domingo, 13 de junho de 2010
Rapidinhas 2

quinta-feira, 27 de maio de 2010
Rapidinhas!
Já faz um tempo, eu estava voltando do trabalho... cansada... muito cansada... trabalhava na Barra Funda, consequentemente, tinha um longo caminho até a faculdade.
Entrei, encostei na parede, no canto do vagão... e lá fiquei, jogada... reparei um senhor me olhando com uma cara divertida, como se estivesse me analisando... voltei a entregar-me aos meus devaneios...
Senti um cutucão no braço, o mesmo senhor que me olhava anteriormente me fala "tá cansada menina? Senta aqui!", já levantando para me dar o lugar. Minha resposta foi automática "imagina obrigada! se eu sentar eu durmo e perco a minha parada".
Não adiantou, ele já estava de pé e mandando eu sentar. Bom... já que insistiu, sentei! estava super cansada mesmo!
Ele perguntou aonde eu descia e prometeu que me acordaria quando chegasse e assim ele fez!
Nem acreditei... mas preciso falar que ele salvou o meu dia!
Beijos e até a próxima aventura!
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Gentil e seguro
Gente! nunca imaginei que falaria isso, mas hoje, 19 de maio, encontrei funcionários gentis no Metrô, acredita? Cheguei na Estação Anhangabaú, Linha 3-Vermelha, às 19h. A fila para entrar na estação estava na rua. SIM! NA RUA! Já prevendo o acúmulo de pessoas, alonguei-me, respirei e encarei.
Ao descer a escada, levei um susto: eles interditaram o último vagão no sentido Corinthians-Itaquera. Esse pedaço da plataforma estava com poucas pessoas, porém no restante dava vontade de chorar de tanta gente.
O problema não é apenas a quantidade de pessoas, mas a falta de educação delas, que além de empurrar, acabam bloqueando as portas a espera de um trem vazio. Sem saber o que fazer, questionei uma agente de segurança da estação se o Metrô estava com algum problema. A resposta foi direta, "apenas acúmulo de passageiros, os trens estão normais."
MEODEOS! Meus pés doiam (depois de meses usando tênis e havaianas, estou trabalhando e tive evento!). Encarar aquela multidão não seria fácil. Mas eis que veio uma luz, literalmente do fundo do túnel! Escutei uma pessoa falando que eles abririam aquele vagão interditado às 19h15. Faltava pouco! Posicionei-me diante da porta, encostada na barreira.
Como alegria de pobre dura pouco, logo o supervisor de segurança da estação, Souza Dias, comentou que só abririam às 19h30. Olhei para o lado e vi um mar de gente, que com certeza levaria uns 15 minutos para vencer e entrar em um trem. Analisei a minha situação, praticamente sozinha podendo respirar, sem ser empurrada...fiquei aonde estava.
Nesse meio tempo, como uma boa curiosa e pensando em meus amados leitores do blog, comecei a questionar a existência do bloqueio, se ia demorar a normalizar o contingente, previsão de melhorias para a Linha Vermelha em horário de pico, ou seja, comecei a puxar papo com a agente, afinal, tinha 15 minutos pela frente.
O bloqueio é por uma questão de segurança, uma vez que está muito perto da escada rolante. As pessoas corriam para entrar no trem, principalmente no horário de pico, e acabam causando acidentes, "alguns muito graves". Ela enfatizou muito a preocupação do Metrô com a segurança de seus usuários.
Com relação à quantidade de usuários e a superlotação do sistema, ela explicou que, por enquanto, não é possível construir novas estações, uma vez que a região não conta com uma estrutura para isso.
Não satisfeita, perguntei se o Metrô tem outros projetos, já que ele mesmo admite que está sobrecarregado. Há o projeto de incluir três novos trens na linha, mas esses ainda estão em teste. Além disso, em breve terão mais composições (das antigas mesmo) e menor tempo entre elas.
Bom, depois de um papo com a agente, apareceu novamente o supervisor, o Souza Dias, brincando "nossa, vocês ainda estão aqui? tá bom, já, já vou liberar vocês!". E lá veio o nosso trem, pobre usuários, "libera a gente quando tiver um trem vazio!", "libera a gente primeiro!".
Ele atendeu a todos os pedidos, mas pela metade. Ele nos liberou em um trem meio vazio e para evitar que alguém entrasse na nossa frente, segurou a galera que tentava invadir.
Isso confirma a minha teoria, que mesmo com problemas, o Metrô tenta ser bacana com seus usuários. Por outro lado, os passageiros causam tumulto e dificuldades nas estações.
O meu abraço ao Souza Dias e a outra agente (que essa jornalista cansada esqueceu de perguntar o nome! Oops!) que respondeu educadamente as minhas perguntas e que os demais funcionários do Metrô sigam o exemplo e sejam pacientes, pois no meio da multidão sem educação, tem gente bacana. (como eu! hihi)
Desculpa pelo texto grande demais... era muita coisa junta e eu queria passar tudo na íntegra para vocês.
Por hoje é só...
Até a próxima aventura! Xx
quarta-feira, 3 de março de 2010
empurra-empurra
Quem me contou esse caso foi a Carla Machado, amiga de faculdade e de profissão.
Não adianta os agentes do Metrô pedirem para não empurrar, não entrar e nem sair dos trens ao sinal e afins. As pessoas empurram, apertam e até agridem os demais usuários para embarcar.
Carla contou que ao embarcar na Estação Vila Matilde ficou presa na porta por conta de uma pessoa que estava logo na entrada do vagão, e mesmo que este estivesse vazio, empurrou-a para fora, não permitindo sua passagem.
A violência foi tanta, que ela foi jogada para fora do vagão na hora que porta fechava, suas coisas caíram e o impacto com a porta deixou marcas roxas pelo corpo.
Já passei por situação similar, mas não cheguei a me machucar. Na verdade, fiquei prensada entre as pessoas querendo entrar na Estação do Brás e o pessoal que não queria permitir a “invasão” (vamos combinar que os passageiros invadem o trem e não entram!).
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Sempre cabe mais um
Nossa... faz tempo que não passo por aqui! Estava sem criatividade e sem tempo também... mas vamos lá... o causo que relato hoje aconteceu há uns dois, quando voltava do trabalho. Estávamos eu e a Paty no vagão e chegamos à conclusão que se apertar, cabe mais um.
Eu e a Paty, que estávamos sentadas no corredor, bem aonde esta acontecendo a briga, fomos parar encostadas na janela, só assistindo tudo aquilo. A briga foi até a Sé, aonde os seguranças entraram e arrancaram as pessoas briguentas de dentro do vagão.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
1,2,3,4,5,6,7,8 .......
Contamos, até ande conseguimos contar foram oito. Sentaram separadas, longe da pessoa responsável. Juro que entrei em pânico! Tinham uns bem pequenos e estavam sentado praticamente do outro lado do trem. E a mãe, nem aí!
O Metro foi enchendo, enchendo até que perdemos totalmente a visão dos pimpolhos. Até hoje, alguns meses depois, não sei se todos desceram sãos e salvos (e juntos!).
Mas fica um alerta para os pais e responsáveis que transportam crianças no transporte público de São Paulo ou de qualquer outra cidade do mundo: Segure suas crianças pela mão; embarquem primeiro as crianças, não às deixem próximas a porta e muita atenção nas escadas rolantes.. Evitar acidentes e dores de cabeça futuras é um dever de todos!
Beijos
domingo, 17 de maio de 2009
Caso da agulha... a mamis que pediu...
Bom... minha mãe pediu para eu contar o caso da agulha... então aqui vai...
Indo para o trabalho, Metro lotado, como sempre. Minha aventura diária começa na estação Tatuapé. Chego cedo com a esperança de pegar o trem vazio que sai de lá (deprimente, sim...), mas esse dia não deu! Sendo assim entrei em um qualquer e mais uma vez fiquei bem na porta, na mira do pessoal que embarca na Brás – sem espaço é onde tenho que ficar.
Mas assim que saímos do Brás, senti que tinha alguma coisa pinicando minhas costas, inclusive repuxando a minha blusa. Tentava mudar de posição e a coisa só piorava, estava machucando! Com muito esforço alcancei, com a minha mão, o local que estava sendo “cutucado”.
Fui tateando até encontrar o problema... uma agulha de costura, sim... uma agulha de costura que, acredito, estava presa na bolsa da mulher que estava atrás de mim!
Bom, consegui tirar a agulha de lá e fiquei pensando o que fazer: pegar a agulha e jogar fora; enfiar a agulha no olho da dona; começar a gritar que aquilo era uma tentativa e homicídio (sim... ela poderia me matar, não?! =/). Resolvi devolver a agulha de uma forma bem delicada, o diálogo eu coloco abaixo, na íntegra. (os itálicos são os meus pensamentos!!!)
- Oi, acho que essa agulha é sua, não?
- Nossa! Como assim?
- Essa agulha estava presa a sua bolsa e me machucando. (Nossa... sínica... filha da p*ta!)
- Olha, desculpa, deve ter caído de dentro da minha bolsa.
- (Por que uma pessoa iria carregar uma agulha solta na bolsa? E ainda acham que eu sou tonta! É revoltante esse povo!) Bom, ela estava cutucando as minhas costas, quase rasgou a minha blusa e estava na sua bolsa, pois foi de lá que eu a tirei. Cuidado, da próxima vez, você pode pegar alguém menos educada do que eu e que te faça engolir essa agulha. E espero que você encontre!
Fiquei soltando fumaça... foi um período que eu estava bem revoltada com o transposte público e com o transito na cidade, até agora eu não sei o que é pior.
Assim que ela pegou a agulha da minha chegou a estação Sé e ela desceu... Minhas costas ficaram arranhas e fez um furinho na minha blusa. Se foi maldade ou realmente era uma agulha randômica perdida na bolsa dela, sei lá... mas me irritou, muito e me deixou pensativa, tentando compreender o que passa na cabeça das pessoas para fazerem coisas do tipo... alguém pode me ajudar?
Beijos

