Mais casos de violência no Metrô.
Quem me contou esse caso foi a Carla Machado, amiga de faculdade e de profissão.
Não adianta os agentes do Metrô pedirem para não empurrar, não entrar e nem sair dos trens ao sinal e afins. As pessoas empurram, apertam e até agridem os demais usuários para embarcar.
Carla contou que ao embarcar na Estação Vila Matilde ficou presa na porta por conta de uma pessoa que estava logo na entrada do vagão, e mesmo que este estivesse vazio, empurrou-a para fora, não permitindo sua passagem.
A violência foi tanta, que ela foi jogada para fora do vagão na hora que porta fechava, suas coisas caíram e o impacto com a porta deixou marcas roxas pelo corpo.
Já passei por situação similar, mas não cheguei a me machucar. Na verdade, fiquei prensada entre as pessoas querendo entrar na Estação do Brás e o pessoal que não queria permitir a “invasão” (vamos combinar que os passageiros invadem o trem e não entram!).
Na Estação Sé, eles criaram um programa de embarque seguro. Apenas algumas pessoas têm acesso ao vagão. Os guardas ficam controlando a passagem dos usuários e liberando a passagem. Isso resolveu o problema? As pessoas pararam de empurrar? Não!
As pessoas continuam entrando nos trens como se não houvesse amanhã! A idéia do Metrô de São Paulo foi bacana. Todas as tentativas de fazer esse meio de transporte o mais seguro e eficiente possível são válidas. Mas enquanto a população não colaborar, pouca coisa vai mudar.
Até a próxima aventura!
