quinta-feira, 21 de maio de 2009

1,2,3,4,5,6,7,8 .......

Esse caso foi no mínimo interessante! Voltava do trabalho, com mais três pessoas. Como sempre embarcamos na estação V. Madalena. De repente entra uma criança, aproximadamente 10 anos. Dali a pouco, outra um pouco mais nova e assim foram chegando. Cada vez mais criança e com carinha de mais novas. Por último, a mãe (pelo menos acreditamos que fosse!).

Contamos, até ande conseguimos contar foram oito. Sentaram separadas, longe da pessoa responsável. Juro que entrei em pânico! Tinham uns bem pequenos e estavam sentado praticamente do outro lado do trem. E a mãe, nem aí!

O Metro foi enchendo, enchendo até que perdemos totalmente a visão dos pimpolhos. Até hoje, alguns meses depois, não sei se todos desceram sãos e salvos (e juntos!).

Mas fica um alerta para os pais e responsáveis que transportam crianças no transporte público de São Paulo ou de qualquer outra cidade do mundo: Segure suas crianças pela mão; embarquem primeiro as crianças, não às deixem próximas a porta e muita atenção nas escadas rolantes.. Evitar acidentes e dores de cabeça futuras é um dever de todos!

Beijos

domingo, 17 de maio de 2009

Caso da agulha... a mamis que pediu...

Foto do estação Sé um dia desses...


Bom... minha mãe pediu para eu contar o caso da agulha... então aqui vai...

Indo para o trabalho, Metro lotado, como sempre. Minha aventura diária começa na estação Tatuapé. Chego cedo com a esperança de pegar o trem vazio que sai de lá (deprimente, sim...), mas esse dia não deu! Sendo assim entrei em um qualquer e mais uma vez fiquei bem na porta, na mira do pessoal que embarca na Brás – sem espaço é onde tenho que ficar.

Mas assim que saímos do Brás, senti que tinha alguma coisa pinicando minhas costas, inclusive repuxando a minha blusa. Tentava mudar de posição e a coisa só piorava, estava machucando! Com muito esforço alcancei, com a minha mão, o local que estava sendo “cutucado”.

Fui tateando até encontrar o problema... uma agulha de costura, sim... uma agulha de costura que, acredito, estava presa na bolsa da mulher que estava atrás de mim!

Bom, consegui tirar a agulha de lá e fiquei pensando o que fazer: pegar a agulha e jogar fora; enfiar a agulha no olho da dona; começar a gritar que aquilo era uma tentativa e homicídio (sim... ela poderia me matar, não?! =/). Resolvi devolver a agulha de uma forma bem delicada, o diálogo eu coloco abaixo, na íntegra. (os itálicos são os meus pensamentos!!!)

- Oi, acho que essa agulha é sua, não?
- Nossa! Como assim?
- Essa agulha estava presa a sua bolsa e me machucando. (Nossa... sínica... filha da p*ta!)
- Olha, desculpa, deve ter caído de dentro da minha bolsa.
- (Por que uma pessoa iria carregar uma agulha solta na bolsa? E ainda acham que eu sou tonta! É revoltante esse povo!) Bom, ela estava cutucando as minhas costas, quase rasgou a minha blusa e estava na sua bolsa, pois foi de lá que eu a tirei. Cuidado, da próxima vez, você pode pegar alguém menos educada do que eu e que te faça engolir essa agulha. E espero que você encontre!

Fiquei soltando fumaça... foi um período que eu estava bem revoltada com o transposte público e com o transito na cidade, até agora eu não sei o que é pior.

Assim que ela pegou a agulha da minha chegou a estação Sé e ela desceu... Minhas costas ficaram arranhas e fez um furinho na minha blusa. Se foi maldade ou realmente era uma agulha randômica perdida na bolsa dela, sei lá... mas me irritou, muito e me deixou pensativa, tentando compreender o que passa na cabeça das pessoas para fazerem coisas do tipo... alguém pode me ajudar?

Beijos



quinta-feira, 14 de maio de 2009

Primeiro post...

Oi Pessoas...

Bom, esse é o meu primeiro post nesse blog e vou começar contando um fato engraçado que aconteceu comigo.

Eu trabalhava na V. Madalena, próximo a estação do Metro. Como toda manhã, me aventurada a fazer todas as transferências possíveis: Linha Vermelha, Linha Azul e finalmente a Linha Verde.

Embarquei na estação Ana Rosa (detesto a Paraíso), lotado, gente me apertando, o de sempre! Quando o chegamos na Sumaré o trem parou, abriu as portas e apagou... sim! Apagou... e lá ficou parado por um bom tempo.

Como sempre, comecei a reparar nas pessoas (com o tempo irão perceber que faço muito isso!), e quando me deparo com uma pessoa conhecida. Putz! quem é ele? pensa, pensa, pensa... e tcharam!!! lembrei!!! Padre Quevedo... Sim... era ele... nesse momento meu pensamento foi único: "É realmente, o Metro não tem jeito, para ele melhorar só um milagre, mas isso Non Ecxiste!".

Fiquei com vergonha de abordar o Padre, mas vontade não me faltou. Nos 15 minutos que o trem ficou parado, diversas coisas passaram na minha cabeça, eu me segurava para não rir. Eu lembrei de Hermes e Renato, Casseta e Planeta, Acredite se quiser (sim, eu assistia!) entre outros programas e humoristas que imitam as falas de Padre Quevedo.

Bom é isso... comecei com algo bem light, mas ainda tenho que contar o dia da mulher com oito crianças, o dia do cara que cheirava mal (nossa essas são quase que diárias!), o dia que o cara passou a mão na minha bunda, os vários barracos que eu fiz...

Beijos