Esse caso foi no mínimo interessante! Voltava do trabalho, com mais três pessoas. Como sempre embarcamos na estação V. Madalena. De repente entra uma criança, aproximadamente 10 anos. Dali a pouco, outra um pouco mais nova e assim foram chegando. Cada vez mais criança e com carinha de mais novas. Por último, a mãe (pelo menos acreditamos que fosse!).
Contamos, até ande conseguimos contar foram oito. Sentaram separadas, longe da pessoa responsável. Juro que entrei em pânico! Tinham uns bem pequenos e estavam sentado praticamente do outro lado do trem. E a mãe, nem aí!
O Metro foi enchendo, enchendo até que perdemos totalmente a visão dos pimpolhos. Até hoje, alguns meses depois, não sei se todos desceram sãos e salvos (e juntos!).
Mas fica um alerta para os pais e responsáveis que transportam crianças no transporte público de São Paulo ou de qualquer outra cidade do mundo: Segure suas crianças pela mão; embarquem primeiro as crianças, não às deixem próximas a porta e muita atenção nas escadas rolantes.. Evitar acidentes e dores de cabeça futuras é um dever de todos!
Beijos
quinta-feira, 21 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
Caso da agulha... a mamis que pediu...
Bom... minha mãe pediu para eu contar o caso da agulha... então aqui vai...
Indo para o trabalho, Metro lotado, como sempre. Minha aventura diária começa na estação Tatuapé. Chego cedo com a esperança de pegar o trem vazio que sai de lá (deprimente, sim...), mas esse dia não deu! Sendo assim entrei em um qualquer e mais uma vez fiquei bem na porta, na mira do pessoal que embarca na Brás – sem espaço é onde tenho que ficar.
Mas assim que saímos do Brás, senti que tinha alguma coisa pinicando minhas costas, inclusive repuxando a minha blusa. Tentava mudar de posição e a coisa só piorava, estava machucando! Com muito esforço alcancei, com a minha mão, o local que estava sendo “cutucado”.
Fui tateando até encontrar o problema... uma agulha de costura, sim... uma agulha de costura que, acredito, estava presa na bolsa da mulher que estava atrás de mim!
Bom, consegui tirar a agulha de lá e fiquei pensando o que fazer: pegar a agulha e jogar fora; enfiar a agulha no olho da dona; começar a gritar que aquilo era uma tentativa e homicídio (sim... ela poderia me matar, não?! =/). Resolvi devolver a agulha de uma forma bem delicada, o diálogo eu coloco abaixo, na íntegra. (os itálicos são os meus pensamentos!!!)
- Oi, acho que essa agulha é sua, não?
- Nossa! Como assim?
- Essa agulha estava presa a sua bolsa e me machucando. (Nossa... sínica... filha da p*ta!)
- Olha, desculpa, deve ter caído de dentro da minha bolsa.
- (Por que uma pessoa iria carregar uma agulha solta na bolsa? E ainda acham que eu sou tonta! É revoltante esse povo!) Bom, ela estava cutucando as minhas costas, quase rasgou a minha blusa e estava na sua bolsa, pois foi de lá que eu a tirei. Cuidado, da próxima vez, você pode pegar alguém menos educada do que eu e que te faça engolir essa agulha. E espero que você encontre!
Fiquei soltando fumaça... foi um período que eu estava bem revoltada com o transposte público e com o transito na cidade, até agora eu não sei o que é pior.
Assim que ela pegou a agulha da minha chegou a estação Sé e ela desceu... Minhas costas ficaram arranhas e fez um furinho na minha blusa. Se foi maldade ou realmente era uma agulha randômica perdida na bolsa dela, sei lá... mas me irritou, muito e me deixou pensativa, tentando compreender o que passa na cabeça das pessoas para fazerem coisas do tipo... alguém pode me ajudar?
Beijos
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Primeiro post...
Oi Pessoas...
Bom, esse é o meu primeiro post nesse blog e vou começar contando um fato engraçado que aconteceu comigo.
Eu trabalhava na V. Madalena, próximo a estação do Metro. Como toda manhã, me aventurada a fazer todas as transferências possíveis: Linha Vermelha, Linha Azul e finalmente a Linha Verde.
Embarquei na estação Ana Rosa (detesto a Paraíso), lotado, gente me apertando, o de sempre! Quando o chegamos na Sumaré o trem parou, abriu as portas e apagou... sim! Apagou... e lá ficou parado por um bom tempo.
Como sempre, comecei a reparar nas pessoas (com o tempo irão perceber que faço muito isso!), e quando me deparo com uma pessoa conhecida. Putz! quem é ele? pensa, pensa, pensa... e tcharam!!! lembrei!!! Padre Quevedo... Sim... era ele... nesse momento meu pensamento foi único: "É realmente, o Metro não tem jeito, para ele melhorar só um milagre, mas isso Non Ecxiste!".
Fiquei com vergonha de abordar o Padre, mas vontade não me faltou. Nos 15 minutos que o trem ficou parado, diversas coisas passaram na minha cabeça, eu me segurava para não rir. Eu lembrei de Hermes e Renato, Casseta e Planeta, Acredite se quiser (sim, eu assistia!) entre outros programas e humoristas que imitam as falas de Padre Quevedo.
Bom é isso... comecei com algo bem light, mas ainda tenho que contar o dia da mulher com oito crianças, o dia do cara que cheirava mal (nossa essas são quase que diárias!), o dia que o cara passou a mão na minha bunda, os vários barracos que eu fiz...
Beijos
Bom, esse é o meu primeiro post nesse blog e vou começar contando um fato engraçado que aconteceu comigo.
Eu trabalhava na V. Madalena, próximo a estação do Metro. Como toda manhã, me aventurada a fazer todas as transferências possíveis: Linha Vermelha, Linha Azul e finalmente a Linha Verde.
Embarquei na estação Ana Rosa (detesto a Paraíso), lotado, gente me apertando, o de sempre! Quando o chegamos na Sumaré o trem parou, abriu as portas e apagou... sim! Apagou... e lá ficou parado por um bom tempo.
Como sempre, comecei a reparar nas pessoas (com o tempo irão perceber que faço muito isso!), e quando me deparo com uma pessoa conhecida. Putz! quem é ele? pensa, pensa, pensa... e tcharam!!! lembrei!!! Padre Quevedo... Sim... era ele... nesse momento meu pensamento foi único: "É realmente, o Metro não tem jeito, para ele melhorar só um milagre, mas isso Non Ecxiste!".
Fiquei com vergonha de abordar o Padre, mas vontade não me faltou. Nos 15 minutos que o trem ficou parado, diversas coisas passaram na minha cabeça, eu me segurava para não rir. Eu lembrei de Hermes e Renato, Casseta e Planeta, Acredite se quiser (sim, eu assistia!) entre outros programas e humoristas que imitam as falas de Padre Quevedo.
Bom é isso... comecei com algo bem light, mas ainda tenho que contar o dia da mulher com oito crianças, o dia do cara que cheirava mal (nossa essas são quase que diárias!), o dia que o cara passou a mão na minha bunda, os vários barracos que eu fiz...
Beijos
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